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Vasconcelos J.F. – Idoso e Pobre na Sociedade Periferica Capitalista – Uma Questao de Classe Social

In Sem categoria on 26 de junho de 2010 at 15:35

Vasconcelos J.F. – Idoso e Pobre na Sociedade Periferica Capitalista – Uma Questao de Classe Social 

O envelhecimento populacional é uma conquista do avanço científico e tecnológico nas areas médica e de saneamento e conseqüência das mudanças dos valores da sociedade contemporânea que tem resultado na diminuição da taxa de fecundidade. Para além da elevação da expectativa de vida é importante analisar qual qualidade de vida está sendo oportunizada para a sociedade em todas as faixas etárias e classes sociais. Pensar o envelhecimento populacional significa pensar o modelo de sociedade gestado sob a égide do capitalismo que retira do homem a sua condição de SER colocando-o como apêndice da máquina, produtor de mais-valia. A sociedade ao ser condicionada a se perceber apenas enquanto força de trabalho, não consegue, principalmente nos países periféricos, resgatar a sua condição de gente, sujeito e pessoa humana, ao longo da sua história de vida e muito menos quando atinge a idade necessária para deixar de ser mãode- obra. No Brasil, conhecido como um país de população predominantemente jovem, a participação do idoso vem aumentando consideravelmente e encontrando como maior problemática a falta de preparo e/ou compromisso da sociedade e do próprio Estado em possibilitar uma vida digna a terceira idade. As transformações demográficas mais significativas ocorreram no país a partir da década de 1970, com a industrialização nas cidades e a modernização no campo. Desde então as taxas de natalidade e mortalidade são decrescentes, provocando uma relativa estagnação do crescimento vegetativo e conseqüente mudança na contituição da pirâmide etária brasileira. É necessário colocar o avanço da tecnologia, dos meios científicos e informacionais a serviço do coletivo da sociedade, para que a vida tenha novo significado e atingir a terceira idade seja de fato uma prazerosa e feliz conquista para todos indistintamente. 

Jose Eisenberg – Patriotismo e Genero na Tradicao do Pensamento Politico Moderno- Uma Genealogia

In Sem categoria on 26 de junho de 2010 at 15:29

Jose Eisenberg – Patriotismo e Genero na Tradicao do Pensamento Politico Moderno- Uma Genealogia

Os filhos deste solo és mãe gentil, pátria amada Brasil.” A estrofe final da letra de Joaquim Osório Duque Estrada para o nosso Hino Nacional denuncia um curioso paradoxo de nossa tradição republicana, astutamente retorcido por Caetano Veloso na canção “Língua”: clamamos uma pátria como mãe – seria ela, portanto, uma mátria? – em que a associação clássica entre paternidade e amor à terra natal é substituída por uma metáfora feminina. Enquanto a associação contemporânea entre o amor à terra natal e a noção de paternidade pode ser atribuída à sobrevivência em tempos modernos dos vínculos que Filmer, entre outros, estabeleciam entre pater potestas (o poder do pai sobre o filho) e o dominium político do soberano sobre o território nacional e seus súditos, a associação heterodoxa entre esse amor e a idéia de maternidade insinua duas possíveis interpretações alternativas da relação dos súditos com o soberano e, por extensão,com sua terra natal.

Jean & Comaroff J.L. – Naturalizando a Naçao – Estrangeiros, Apocalipse e o Estado Pos-Colonial

In Sem categoria on 26 de junho de 2010 at 15:21

Jean & Comaroff J.L. – Naturalizando a Naçao – Estrangeiros, Apocalipse e o Estado Pos-Colonial

Este artigo examina a situação do Estado-nação pós-colonial sob o prisma da catástrofe ambiental: como é que “invasores” vegetais podem se tornar uma questão política iminente? O que isto poderia nos revelar sobre as relações cambiantes entre cidadania, comunidade e soberania nacional sob condições neoliberais? Examinando estas questões em relação a um caso proveniente da “nova” África do Sul, postulamos três características centrais das organizações políticas pós-coloniais numa era de laissez-faire: a reconfiguração do sujeitocidadão, a crise da soberania das fronteiras soberanas e a despolitização da política. Os estrangeiros – sejam eles plantas ou pessoas – reúnem em si, sob tais condições, as principais contradições da demarcabilidade de fronteiras e do pertencimento; e uma natureza-estrangeira fornece a linguagem que dá voz a novas formas de discriminação no seio de uma cultura de “pós-racismo” e dedireitos civis.

Erich Fromm – Método e Função de uma Psicologia Social Analítica

In Sem categoria on 26 de junho de 2010 at 15:16

Erich Fromm – Método e Função de uma Psicologia Social Analítica

Bunchaft Maria E. – A integracao do Conceito de Patriotismo Constitucional na Cultura Politica Brasileira

In Sem categoria on 26 de junho de 2010 at 15:04

Bunchaft Maria E. – A integracao do Conceito de Patriotismo Constitucional na Cultura Politica Brasileira

O tema do patriotismo constitucional surgiu no contexto alemão-ocidental do Historikerstreit, consistindo na questão que, durante dois anos, opôs, na República Federal da Alemanha, intelectuais alemães com relação ao nazismo. Foi Jürgen Habermas quem promoveu a significação política da controvérsia, denunciando o neo-historicismo e sua tentativa de reconstruir, após Auschwitz, uma continuidade histórica da identidade alemã. A adoção inicial do conceito na obra de Habermas ocorreu no Debate dos Historiadores durante a metade da década de 1980, no qual o filósofo assumiu uma postura crítica em relação à perspectiva de alguns historiadores conservadores que propagavam interpretações revisionistas do período nazista, no sentido de trivializar o significado histórico do Holocausto. Assim, o patriotismo constitucional alemão significou o orgulho pela superação do nazismo, estabelecendo uma ordem baseada no Estado de direito e ancorando-a numa cultura política liberal1. O autor alemão desenvolveu o conceito de patriotismo constitucional como uma nova maneira de fornecer um modelo de identificação política capaz de superar o nacionalismo, concebendo a identidade nacional alemã de forma diversa da compreensão neo-historicista alemã2.

Silvia Lane -O Homem em Movimento

In Social on 23 de junho de 2010 at 21:41

Silvia Lane -O Homem em Movimento

“Quase nenhuma ação humana tem por sujeito um individuo isolado. O sujeito da ação é um grupo, um ‘Nós’, mesmo se a estrutura atual da sociedade, pelo fenômeno da reificação, tende a encobrir esse ‘Nós’ e a transforma-lo numa soma de várias individualidades distintas e fechadas umas ás outras” Lucien Goldman, 1947.

Louise Lhullier – Psicologia Política – Psicologia Social Contemporânea

In Social on 23 de junho de 2010 at 21:35

Psicologia Política – Psicologia Social Contemporânea

Para começo de conversa precisamos definir do que estaremos tratando, ou seja, o que é Psicologia, o que é Política e o que é Psicologia Política. Essas definições são necessárias para que se estabeleça uma base comum para a nossa comunicação (autora/leitores), mas é importante que se diga que não há consenso sobre elas.

Silvia Lane – A Psicologia Social na América Latina Por Uma Etica do Conhecimento

In Social on 23 de junho de 2010 at 21:27

Silvia Lane – A Psicologia Social na América Latina Por Uma Etica do Conhecimento

Somos povos colonizados pelos espanhóis e portugueses, alem dos aventureiros anônimos vindos de toada a Europa e, para um historiador, encontrar sujeitos puros nessa miscelânea cultural tornou-se um objetivo difícil de ser atingido, porem de uma riqueza incalculável para o conhecimento científico da Psicologia Humana.

Martin-Baró – O papel do psicólogo

In Social on 23 de junho de 2010 at 21:21

O papel do psicólogo – Martin-Baró

O trabalho profissional do psicólogo deve ser definido em função das circunstâncias concretas da população a que deve atender. A situação atual dos povos centro-americanos pode ser caracterizada por: (a) a injustiça estrutural, (b) as guerras ou quase-guerras revolucionárias, e (c) a perda da soberania nacional.

Marx – O Capital – Volume 01

In Materialismo Histórico on 23 de junho de 2010 at 21:19

O Capital – Volume 01 (Karl Marx)

Em 1867, vinha à luz, na Alemanha, a primeira parte de uma obra intitulada O Capital. Karl Marx, o autor, viveu, então, um momento de plena euforia, raro em sua atribulada existência. Durante quase vinte anos, penara duramente a fim de chegar a este momento — o de apresentar ao público, conquanto de maneira ainda parcial, o resultado de suas investigações no campo da Economia Política.